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	<title>Nitimur in Vetitum - "Buscamos o Proibido"</title>
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		<title>Nitimur in Vetitum - "Buscamos o Proibido"</title>
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		<title>Evergreen</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 04:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[All About The Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de uma mente superativa e conturbada]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[No momento que fecho os olhos me resolvo de que tudo ao redor está ali só para me tirar da realidade. Sozinho nesse mundo escuro, consigo ver as cores que realmente fazem parte do horizonte, que se estende além dos limites e linhas. Além do concreto, das ruas, árvores e pessoas. Voz e violão em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=51&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No momento que fecho os olhos me resolvo de que tudo ao redor está ali só para me tirar da realidade. Sozinho nesse mundo escuro, consigo ver as cores que realmente fazem parte do horizonte, que se estende além dos limites e linhas. Além do concreto, das ruas, árvores e pessoas.</p>
<p>Voz e violão em um mar de espaços vazios. Os metais não são tocados por pessoas e sim por dores. As linhas do baixo soam como o barulho do mar. Violento e repetitivo fazendo companhia para as batidas da bateria, marcando cada momento que o fogo consumiu em segundos, minutos e sensações de total falta de medidas de tempo. Em uma falta de ordem, de razão, o som repercute as linhas que criaram tudo que se clama na canção, em uma voz rouca como um uivo sombrio. Um chamado para algo bom atravessando o mistério como faróis de um cadilac 67. Quente, produzindo danças na fumaça iluminada em busca de algo em seu caminho. As luzes são correntes que puxam o desejo para frente em meio ao escuro seguindo a estrada para qualquer que seja o seu destino.</p>
<p>A estrada ecoa versos sobre a dor e a alegria de tantos pneus queimados ao longo de todos esses anos. O motorista é habilidoso, cansado da longa viagem, ele luta cada vez mais contra os maus e a loucura de não saber quanta gasolina ainda lhe resta ou se chegará ao lugar que ele ainda não conhece, mas não cansa de cantar e dirigir em direção daquilo que ele acredita.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/51/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=51&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Walk Believer Walk</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 06:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[All About The Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Criando Noites]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de uma mente superativa e conturbada]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando Sobre o Absurdo]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Era um terno preto, maltratado pelo tempo e sapatos cinza. Sem muita ligação com o conjunto completo. A estrada de terra deserta também não fazia parte dos planos. Nas costas uma guitarra semi usada. Ao sentar, não levou muito tempo para um homem chegar perguntando se eu sabia tocar. Respondi a verdade negando qualquer habilidade. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=46&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era um terno preto, maltratado pelo tempo e sapatos cinza. Sem muita ligação com o conjunto completo. A estrada de terra deserta também não fazia parte dos planos. Nas costas uma guitarra semi usada.<br />
Ao sentar, não levou muito tempo para um homem chegar perguntando se eu sabia tocar. Respondi a verdade negando qualquer habilidade. Ele pede para olhar a peça, fala que ela está desafinada, roda o metal e me entrega pedindo para tentar tocar.<br />
Então o faço e por mágica as notas soam boas e parecem com música. Ele some logo em seguida e fico na estrada tocando até o Sol sumir no horizonte.<br />
Meio dia e meia, abro os olhos e vejo o pôster no teto do meu quarto. Não era real. Exceto pela guitarra ao lado de minha cama, que não sei tocar ainda. Por impulso pego ela nas mãos. Invertida propositalmente para que eu sendo canhoto possa tocar, procuro acertar notas que nem mesmo sei o que significam. Procuro escutar o som que meus movimentos fazem na corda esperando que elas façam música. Uma boa música. É tudo que eu quero.<br />
E ali, naquele exato momento em que eu achei uma melodia, percebi que o sonho era uma fábula sobre a minha vida. Esse é o argumento que sigo desde que tenho uma noção exata do que sou. A estrada a seguir, o Destino tentando mostrar o que fazer e a interminável vontade de criar algo a partir dali, sozinho em algum canto do lugar nenhum. Assim como o som não pode ser considerado música para quem está do lado de fora, os sons provocam reações, reverberações. Elas simplesmente fazem. Assim como esse texto, o sentido em si é perdido em sentimentos de que isso é certo. Isso é meu e preciso fazer.<br />
A estrada pode marcar 26 KM em direção para algum lugar, mas eu não sinto isso. Os sapatos em cinza estão gastos além dessa distância. Eu posso muito bem caminhar mais longe na minha cabeça do que em qualquer outro lugar. Esse pode ser o problema, o que pode me fazer precisar de alguém para apontar a estrada e andar. Assim como também pode ser a única saída para que a estrada leve para algum destino. As pegadas se perdem mesmo que a estrada seja reta. Eu não gosto de olhar para trás, mas cada passo foi longo o suficiente para não ser esquecido tão fácil. Dos dolorosos aos momentos em que corri. Pela terra na mão, usada para não cair ou para refletir sobre o chão da caminhada.<br />
No sonho, acordei no momento em que estava parado tocando a guitarra. Talvez seja isso que esteja fazendo agora. Escrevendo o momento em si que o  sonho era uma música, aqui se expressa em palavras. A razão para isso foge ao sentido da razão em si, já que só escrevo o que a música canta.<br />
Quando encontrei com Destino no sonho, ele vinha do lugar para onde certamente estou indo. Se estou perto ou não de lá, não perguntei. O importante é que agora sei que a “música” está sendo escrita aqui e agora. E eu não pretendo parar de caminhar até chegar lá.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/46/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=46&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Preso por todo o peso de todas as palavras que ele tenta dizer&#8221;.</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 06:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Tanto que queria poder dizer e tanto mais fazer. Não é a inabilidade que me afeta. Na verdade existem mais coisas que eu posso fazer do que textos ou palavras para demarcar. A questão é as possibilidades. Cada ação implicaria em ondas e mais ondas de reação. E lidar com isso requer uma incrível criatividade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=45&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Tanto que queria poder dizer e tanto mais fazer.</p>
<p align="justify">Não é a inabilidade que me afeta. Na verdade existem mais coisas que eu posso fazer do que textos ou palavras para demarcar. A questão é as possibilidades. Cada ação implicaria em ondas e mais ondas de reação. E lidar com isso requer uma incrível criatividade em se entender o futuro.</p>
<p align="justify">Eu ajo por instinto. Por mais categoricamente calculista que sou, cada ato que aplico é movido pelo momento. Minha mente é um incrível processador de possibilidades que chega a beira do curto circuito pelo fluxo de variantes. Não importa quantas vezes eu quebre a cara, a consciência nunca toma partido de decisões importantes. Sua função arbitraria é meramente de observador em todo o jogo em que se aplica sentimentos como frustrações, inércia, ansiedade, imaginação e possibilidades.</p>
<p align="justify">Para mim, “possibilidades” é um sentimento. Toda vez que avanço em novas direções no mais caótico plano da vida, eu traço em arquiteturais “fundos de razão” o campo das possibilidades. Como a minha ação atingira o sentido do que desejo? Ou, qual será a reação a partir de minhas palavras empregadas no fazer do momento?</p>
<p align="justify">É sobre o a “grande pintura”. O quadro completo de todas as reações aos meus movimentos. O criar de linhas para essas pinturas, o momento certo para cada cor e traço do destino a ser desenhado, colorido e então apreciado.</p>
<p align="justify">Filosoficamente falando, eu gosto de me ver, em conjunto erradico com tantas outras definições e habilidades, como um futurista. Poucas coisas me motivam mais do que o que virá logo em seguida do momento de agora. Que barreiras ou campos serão explorados dentro de cada ação de cada participante deste plano agora? Em vias mais imediatas, qual será o propósito final deste texto? Em cada palavra correndo como flashes em minha mente, eu chego a um ponto de tantas variantes das razões apresentadas a mim que vagam em uma nebulosa de estrelas em constante movimento seqüencial rasgando em luz os locais mais obscuros do nunca antes exposto.</p>
<p align="justify">Cada questão pertinente ao momento implica em citar aqui o que desejo. Embora que seja agora o desejo de tentar entender os momentos seguintes de atos que ainda não foram totalmente construídos ou teorizados. </p>
<p align="justify">É o som que corre os meus ouvidos, levando a mente o desejo de algo a muito esperado. É a vontade que mover pistões de razões há muito tempo deixadas de lado. O sentimento de querer mais. A vontade absurda de gritar por propósito. O clamar pelo desejo de agarrar os sentidos e razões que não são minhas e moldar a minha vontade. É o sonho a muito desejando ser realidade.</p>
<p align="justify">A crível realidade que a minha imaginação tece em uma possibilidade. O calor que corre no sangue ao colocar em teorias e imagens da imaginação o desejo em movimento, em sentido e propósito.</p>
<p align="justify">O preço que pode ser alto demais sendo cobrado por idéias de medo e perda de algo ainda não adquirido. O frio amargo de memórias dolorosas de batalhas perdidas. As possibilidades conflitantes do desejo. As idéias de que o errado é algo poderoso demais, o suficiente para manter o desejo em animação suspensa.</p>
<p align="justify">A frustração incalculável de não poder resolver todos os problemas sozinho. Que não há controle sobre as respostas que busco. A adrenalina que corre nas veias da ação de colocar os sonhos em movimento. A aflição de fazer tudo dar certo. Ver além do que está acontecendo agora e criar algo bom para o momento seguinte. Que a próxima frase tenha mais sentidos escondidos dentro de suas linhas do que as lógicas dimensionais das palavras podem transmitir mesmo em suas mais belas interpretações.</p>
<p align="justify">É construir momentos. É ser a ação. É poder. O poder de fazer acontecer tudo aquilo que se deseja.</p>
<p align="justify">A juvenil vontade de controlar e fazer o que a imaginação acredita como ser belo.</p>
<p align="justify">É o sonho que crio em linhas e escrevo com desejos.</p>
<p align="justify">O incondicional,</p>
<p align="justify">Amor.</p>
<p align="justify">Desejo.</p>
<p align="justify">Aflição.</p>
<p align="justify">Pelo amanhã.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/45/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=45&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Xibalba.</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 21:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Inspirado no filme &#8220;Fonte da Vida&#8221;. Sempre que a questão sobre acreditar no destino cai sobre mim, eu respondo de uma forma pragmática. “Acredito em destino, mas que ele é feito por todas as minhas escolhas. Se elas são minhas e serão feitas de qualquer jeito, isso não deixa de ser destino”. De qualquer forma, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=44&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Inspirado no filme &#8220;Fonte da Vida&#8221;.</em>
<p align="justify">Sempre que a questão sobre acreditar no destino cai sobre mim, eu respondo de uma forma pragmática. “Acredito em destino, mas que ele é feito por todas as minhas escolhas. Se elas são minhas e serão feitas de qualquer jeito, isso não deixa de ser destino”.
<p align="justify">De qualquer forma, a razão do por que ainda me pego em momentos repetidos, onde fantasmas do passado sempre aparecem quando estou certo que a terapia havia sido um sucesso, volta a me perseguir nas madrugadas acordado.
<p align="justify">“Nada está realmente morto enquanto ainda está vivo”. A medíocre redundância da frase só ganha teores de verdade se tratando de sentimentos. Essas malditas sensações físicas de feromônios agindo no corpo com relapsos nervosos elétricos de memória e subconsciente que ativam o melhor e o pior em nós.
<p align="justify">Eu sofri, escrevi a respeito e muitas dessas linhas estão por aqui, e ainda assim, mesmo sabendo que tudo isso vai me levar ao início do ciclo eu sinto aquele frio na espinha novamente. Como sendo o ultimo vestígio da razão abandonando o meu corpo, entrando em colapso pela gravidade. O cérebro se perde na memória daquela sensação antiga e tão familiar. A batalha da razão se torna um épico desesperado e de final trágico para o herói que por tanto tempo se manteve de pé diante de todo um exercito incontrolável de incoerentes, relapsos e fantasiosos sentimentos. No fundo ele sabia, sua luta era só um grande espetáculo, uma lenda que seria contada tempos mais tarde. De como a razão é importante. De como algo se manteve contra o inevitável.
<p align="justify">Minha razão e a sua história são o mito que se repetirá no futuro. O que sei. Que não importa o quanto eu lute, eu sei exatamente como vai ser o meu fim.
<p align="justify">Será uma luta como nunca houve outra. Não será um exército no meu caminho na batalha do horizonte, mas sim um divino duelo. Contra mim, a mais letal de todas as armas vai ser impiedosa em seus golpes. Mesmo sabendo do meu destino, vou reagir com todas as minhas armas. A armadura eu jogarei no chão, a batalha é pessoal demais para se apegar a subterfúgios de segurança. Serão batalhas em cada golpe e seguro de minhas habilidades montarei estratégias para que a luta dure o máximo possível. Com o passar dos dias eu estarei cansado e delirando pelo esforço, enquanto do outro lado não haverá sinais a não ser de glória. O suor em minha testa será como gotas de vidro que ficarão geladas ao ponto que me aproximo do chão pela vertigem de saber que esse é o momento. Não há mais luta.
<p align="justify">No horizonte já enxergarei maravilhas lúdicas. Lá, sorrindo em loucura, agarrando o chão e olhando para o firmamento. Irei encarar a Morte e não perguntarei o porquê, não há contra o que lutar, é o meu destino. Eu sei que no fim, eu serei morto pela a afiada paixão e beleza de uma mulher e pelo amor que a ela dei.  </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/44/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=44&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Anivers&#225;rio de um ano s&#243;brio.</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 04:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, eu sou romântico. Eu me orgulhava disso, mas agora um ano praticamente se passou desde ultima vez que posso dizer que esse sentimento estava em meu sistema. É estranho. Eu estava parado escutando música com meus fones, olhando tudo ao redor em sincronia com a música e o videoclip rodava na minha cabeça. Foi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=43&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Sim, eu sou romântico.
<p align="justify">Eu me orgulhava disso, mas agora um ano praticamente se passou desde ultima vez que posso dizer que esse sentimento estava em meu sistema. É estranho. Eu estava parado escutando música com meus fones, olhando tudo ao redor em sincronia com a música e o videoclip rodava na minha cabeça. Foi então que em foco apareceu um casal andares abaixo, de mãos dadas sorrindo e em seguida um beijo. Poderia ser a falta de pensamentos criativos ou a ausência de caos em minha mente, mas aquilo ativou a minha memória. Qual foi a ultima vez que busquei para mim aquilo? Aquela alegria em outra pessoa?
<p align="justify">Acredite, não foi um pensamento piegas. Normalmente eu olho para a garota e só penso o quanto ela está errada pelo idiota que ela está beijando. Mas naquele momento eu me senti um tanto vazio. Foram incríveis 2 segundos em que me abstrai totalmente e me perguntei onde estava aquilo que admirava tanto?
<p align="justify">Eu media o tempo, (e espero ainda fazer isso no futuro), dividia em eras por definição da mulher que morava em meus sonhos, aquela que me ajudava a escrever poesias, aquela que de olhar fazia o caminho do sangue pelo meu corpo perder o rumo por alguns instantes. Como muitas vezes antes eu disse que essa seria a ultima vez. Que não iria mais procurar por nada. Estava cansado e frustrado. Fui longe demais e a frustração agora se torno um vazio e o cansaço se modificou para uma ode de silêncio em busca de sentido. Como o fim de um relato frio e calculista de colunas policiais de um filme noir, a conclusão era a informação simples e direta.
<p align="justify"><i><strong>O romance estava morto.</strong></i>
<p align="justify">Olhando em alguns registros e lutando contra a memória, cheguei ao número aproximado de um ano.
<p align="justify">Como um grande amigo meu falou; “Lembra daquela vez que você ficou 18 meses apreensivo para falar com a garota? Você era meio retardado nisso”.
<p align="justify">Essa loucura se perdeu. E eu amava cada momento dela.
<p align="justify">Ainda guardo comigo o remanescente de um desses momentos. Espólios de um tempo romântico, onde eu comprei os filmes que pra mim são os melhores símbolos de um encontro perfeito, <em><strong>Antes do Amanhecer</strong></em> e <em><strong>Antes do Por do Sol</strong></em>. Os filmes seriam vistos pela primeira vez em um encontro que nunca aconteceu. Eu estava chateado com aquilo, mas como ainda sentia aquele fogo, peguei durante uma madrugada o primeiro filme e o assisti sozinho.
<p align="justify">Ao final do filme o meu romantismo estava alimentado com esperança. O mesmo romantismo que agora um ano depois se reside como um troféu triste com o segundo filme ainda na embalagem de plástico, intocável pela falta de motivo de ser apreciado.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/43/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=43&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Eventualmente Sonho.</title>
		<link>http://williamdrakev.wordpress.com/2008/09/02/eventualmente-sonho/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 07:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[All About The Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de uma mente superativa e conturbada]]></category>
		<category><![CDATA[Escrevendo para o Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando Sobre o Absurdo]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[No cair da consciência, em seu momento de busca pelo descanso, o racional cede à fantasia. A ordem de nossas naturezas criadas em meio às regras que nos são impostas se tornam devaneios. Somente resta dormir para que a liberdade seja plena. Ao fechar as janelas que alimentam a mente com o concreto. No escuro, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=39&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No cair da consciência, em seu momento de busca pelo descanso, o racional cede à fantasia.</p>
<p>A ordem de nossas naturezas criadas em meio às regras que nos são impostas se tornam devaneios. Somente resta dormir para que a liberdade seja plena. Ao fechar as janelas que alimentam a mente com o concreto. No escuro, os sonhos tomam suas formas.</p>
<p>Estava atirado em meio a rostos estranhos que relembravam algo esquecido de conhecimento inegável. Minha sociabilidade não é tão abrangente quanto eu gostaria. Neste momento percebo que reviver o passado em sonho é composto de manipulação.</p>
<p><em>- Eu não quero relembrar dessa noite. </em></p>
<p>Emprego então o fim de todos os atos falhos, retrocedo em seguir o caminho que me tirou o prazer da noite perdida. Vejo o terno no corpo e o chapéu na cabeça.</p>
<p><em>- Ah! Eu reconheço isso, essa é a minha música. </em></p>
<p>Virginia Avenue, here I am.</p>
<p>Passando por uma porta cinza com anúncios de shows ao vivo, Candy acende o meu cigarro e Bobby me entrega o primeiro drink. Não poderia ser diferente, era uma noite de Blues. Tom acena para o relógio, eu já me encontrava atrasado. Candy tira o meu casaco e seu beijo fica no meu pescoço até o fim da noite. No palco assumo o piano tocando as notas de uma melodia azul. As notas soltas no ar esfumaçado pelo cigarro soam leves, dançando a cada história, a cada nova composição. Mas hoje à noite o cello não está com o velho Frank. Em seu lugar está uma dama em vestes brancas medievais. Seus cabelos cacheados em ouro quando jogados para trás mostram o rosto de Marina que sorri deliciosamente com a minha reação de surpresa. Tom acende o cigarro e começa a cantar sobre sonhos e <em>Midnight Lullaby.</em></p>
<p>Notas, cordas e voz cantam as histórias de amores perdidos, noites frias de solidão e a doce melancolia de notas de paixões.</p>
<p>A fumaça fica mais densa, as notas vão ficando cada vez mais lentas e baixas. Logo o escuro toma conta de tudo ao meu redor.</p>
<p>Assustado, abro os olhos antes apagados. Uma nova noite. Essa é mais escura.</p>
<p>A ausência está lá novamente. Mais forte do que nunca sendo que o coração está parado e o frio domina o corpo.</p>
<p><em>- Estou morto. Sim, este é o meu livro. </em></p>
<p>Ando agora em páginas não escritas da cidade de minhas histórias. Personagens esquecidos cruzam meu caminho. Notas e detalhes tomam vidas em personagens no limiar da criação. Todos estão vivos nessa grande imaginação. Eu caminho agora como o personagem em uma simbiótica visão, hora como criador e hora como criatura.</p>
<p>No frio do sangue eu sinto o poder de se deslocar pela noite. Subo em prédios e corro por telhados. O instinto de ser mais do que o normal e eterno como a escuridão da noite. Posso ouvir o vento tentar me segurar, mas eu continuo correndo. A gravidade não consegue me impedir, saio voando. Cada luz no chão é bela em sua simples condição de acenar que estou tão distante do chão. É frio e aterrador, mas ainda sim uma bela sensação.</p>
<p>O couro do sobretudo negro me disfarça de noite enquanto eu danço com o céu observando todos presos no solo. Eu voei mais alto rodando em êxtase, as luzes do chão e das estrelas rodopiam em um caos de luz e escuridão.</p>
<p>Aqui regras são limitadas somente pela desregrada vontade e poder de meu desejo.</p>
<p>Anseio pelo beijo.</p>
<p>Sinto os doces cabelos dourados correndo pelos meus dedos,</p>
<p>Os seus olhos são verdes como a água doce do riacho,</p>
<p>Aquele com as pedras coloridas e os seixos.</p>
<p>Ela me ama apesar de não acreditar nas palavras em seus lábios,</p>
<p>Ela é beleza definitiva em todos os atos,</p>
<p>Da forma como ela mexe nos cabelos,</p>
<p>Enquanto ela pensa nos meus suplícios e desejos,</p>
<p>Por mais daqueles beijos.</p>
<p>A beleza é terna e aquece o coração que estava frio. Os olhos verdes me trazem uma lembrança de corredores de mato fino e extenso. Árvores e montes são colunas que se estendem por horizontes de enormes distâncias. Estou perdido em meio a uma divina extensão de minhas esperanças de amor.</p>
<p><em>-Este é o único e verdadeiro sonho desta noite. </em></p>
<p>Diante da contestação do que era real e tangível é o sonho ainda não acordado, eu temo por não mais achar o belo tão vivo.</p>
<p>Enfim é somente uma imagem deslocada de uma fantasia. A mesma que agora descoberta age como uma dolorosa percepção da falta de realidade em meio o plano real.</p>
<p>Eu rogo pelo esquecimento,</p>
<p>Pela escuridão de uma falta de conhecimento,</p>
<p>Eu só queria me apegar a estes momentos,</p>
<p>Então que no escuro e no frio fiquem as minhas histórias contadas em sonhos e tormentos,</p>
<p>Desejo que tudo seja apagado assim que tiver meus olhos abertos.</p>
<p>Gabriel Caldas.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/williamdrakev.wordpress.com/39/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/williamdrakev.wordpress.com/39/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/39/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=39&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Gabriel Caldas</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Discuss&#227;o: Paix&#227;o e Amor</title>
		<link>http://williamdrakev.wordpress.com/2008/07/20/discusso-paixo-e-amor/</link>
		<comments>http://williamdrakev.wordpress.com/2008/07/20/discusso-paixo-e-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 20:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um post inédito. Porquê se trata de uma conversa filosófica com a minha queria Marina sobre os assuntos citados. Espero que vocês acompanhem a linha de raciocínio inédito, onde em tese, eu fiquei com a teoria lógica, o que em si já é uma loucura! Ai vai os melhores momentos: &#8230; Gabriel diz: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=38&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um post inédito. Porquê se trata de uma conversa filosófica com a minha queria Marina sobre os assuntos citados. Espero que vocês acompanhem a linha de raciocínio inédito, onde em tese, eu fiquei com a teoria lógica, o que em si já é uma loucura! Ai vai os melhores momentos:
<p>&#8230;
<p>Gabriel diz:
<p><i>Paixão eu sei definir depois que ela vai embora sem virar amor. Mas realmente definir é impraticavel.</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>nao estou sendo poética</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>estou sendo analítica</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>me diz pra vc qual a diferença entre paixao e amor?</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Posso dizer o que é pra mim, claro que não o conceito geral,</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>só interessa pra vc</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>cada um ama de um jeito, é mto pessoal.</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>enfim, diga</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Paixão é quando algo me deixa fascinado. A beira de não conseguir explicar o porquê ou sentindo. Até o ter um conhecimento &#8220;total&#8221; sobre ela e algo muda, não é perda de interesse, mas é criar uma expectativa e ao mesmo tempo saber que isso é absurdo, mas ainda sim ver que aquilo não é real. Que o sentia era algo que não era totalmente certo seja qual for o motivo,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Sendo clichê, é como amar por um motivo errado. E só depois que algo dá errado, eu vejo isso.</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>paixão é amar um alguém criado por nós mesmos?</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>é, gostei da definição</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Exato!!!!</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>em suma, paixão = ilusão voluntaria</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Como você faz isso? Pega tudo que eu falo e define tudo em 1 frase??? AAHAHAHHAHAHAHAHA</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>XDDDD pq vc ja me deu todo o paragrafo</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>aí fica fácil resumir</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>sua definição de paixão é logicamente infalível xDDD gostei</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>mas não gostei dela tb</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>ela praticamente diz que paixão é um erro</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>AHAHAHAAHAHAHAHHA</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Logicamente infalível! Então eu vou salvar isso e publicar como um estudo sociológico e fazer milhões com livros de auto ajuda! </i><i>AHAHAAHAHAHAHAHAAH</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Mas, brincadeiras a parte,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Eu acredito nisso,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Mas o quesito certo da paixão é,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Assim que ela acontece, ela é motivada em seguida por algo maior,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>A beleza da outra pessoa se renova a cada contato,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>O querer estar perto se faz e não é um desejo somente. Você adora aquela pessoa pelos defeitos, pela forma que ela lhe desafia e lhe completa. Quando você funciona melhor com ela do que sem.</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Nisso a paixão é só um excitante prefácio para o show de verdade que é o amor.</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>e o que é amor?</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Ah, ai eu não eu quero colocar em palavras.</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Como você mesma disse, cada um tem o seu,</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>o seu é?</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>E ele é melhor dito quando sentido mesmo. E agora eu estou neutro. HAHAAHHAHAHAAHAHA</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>pq tudo o que vc me descreveu de paixão, fora o &#8220;erro&#8221;, pra mim parece amor.</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>O que é ótimo! Por que a diferença do &#8220;erro&#8221; para o &#8220;certo&#8221; é justamente a pessoa certa, isso completa o sentido de que a &#8220;paixão é só um excitante prefácio para o show de verdade que é o amor&#8221;. (gostei dessa frase, vou vender para cartões de dia dos namorados ahhahahahh)</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>vc percebe que ela foi completamente falaciosa a partir de um trocadilho, né?</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>nela vc ignorou tudo o que disse acima e falou que a diferença entre paixão e amor depende de se a outra pessoa é a certa pra vc, e nao do seu proprio sentimento</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>o que me parece absurdo xD</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>AHAHAHAHAHAAHAHAHAHA</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Bem, pra mim amor é sempre absurdo! (clichê viu?)</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>chega de falácia vai xD faz sério xD</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Ok, deixa eu tentar,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>É difícil agora! Eu não estou sentindo isso por ninguém, definir o amor agora é um ato de revisitar sentimentos passados que me levaram para algo vazio depois por que deram errado.</i>
<p>Gabriel diz:
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>pra mim é simples e complexo</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>de maneira simplista (simplista, e nao simples)</b>
<p><b>paixao se fundamenta em desejo sexual e amor se fundamenta em carinho</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>mas</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>aprofundando apenas um pouquinho</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>nao existe amor sem desejo sexual nem paixao sem carinho</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>no fundo, por que a paixao nao pode ser um amor forte e o amor uma paixao carinhosa?</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>pra mim o mundo não é tão dividido em blocos</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>e essas duas coisas se entrelaçam demais</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>paixão é o que cega muito</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>mas tb existe amor que de alguma forma cega</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>e se for aprofundar ainda mais</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>carinho é um tipo de impulso sexual</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>então aí mano fudeu</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>xDDD</b>
<p><b></b>
<p><b>&#8230;</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>pq sua definição de paixão é logicamente infalível, e acaba com toda a minha reflexão paradoxal maneira</b>
<p><b>&#8230;</b>
<p><b></b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>pra mim física quântica é um modelo, pra quando a matemática atingiu seu limite de tradução e, pra que ela continuasse a funcionar, seria necessário que ela se distoasse da própria realidade que ela traduzia</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>mas bom, talvez se eu estudasse física quântica eu mudasse de ideia (apesar de que meu professor de química vivia repetindo &#8220;gente, isto é apenas um modelo&#8221; então presumo que ele concordasse comigo de algum jeito)</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>AHAHAHAHAAHAHAHAAH</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Mas é verdade, a física quântica é só um modelo, assim como ela se alto prega,</i>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Possibilidades é tudo.</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>xD</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>agora chegaaaa</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>eu adoro falar contigo mas eu sou um ser humano que precisa de descanso xDDD</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>AHAHAHHAAUSHAUSHUASHJASHJAGSAKSASHAJSHJAHSUAHUAHSJAHU!!!!!!!!!!!!!</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>e que inferno meu eu nao consigo ir embora quando falo contigo seu merda</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>XDDDDDDD</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Nunca me descartaram por ser bom!</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>XDDDDDD</b>
<p>Gabriel diz:
<p><i>Me sinto pior do que sendo ruim!HAAHAHAHAHA</i>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>SAESUIAHEUISAHEUISH OMG XDDD</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>enfim bjs moço o/</b>
<p>&#8212;&#8212;- марина diz:
<p><b>*sai correndo pra ele não prender mais</b>
<p>P.S: É uma conversa editada, mas realmente começou falando sobre paixão e amor, terminando sobre física quântica. Afinal, se você prestar bastante atenção, são assuntos bem parecidos, no final ninguém entende nada. </p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/williamdrakev.wordpress.com/38/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/williamdrakev.wordpress.com/38/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/38/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=38&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>PercEuforia</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 19:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não sei como seguir daqui em diante. Verdade. Passo tempo demais pensando nisso. Meus planos estão mais do que fechados. Mas o que é isso? Idéias de a minha vontade construindo algo para mim no dia de amanhã. Destino. Já disse várias vezes que acredito na sua força, e muitas outras que controlo o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=37&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei como seguir daqui em diante. Verdade. Passo tempo demais pensando nisso. Meus planos estão mais do que fechados. Mas o que é isso? Idéias de a minha vontade construindo algo para mim no dia de amanhã.
<p>Destino. Já disse várias vezes que acredito na sua força, e muitas outras que controlo o meu. Mas na verdade eu só penso no dia que ele fará sentido. Propósito.
<p>Andamos em círculos em caixas forradas de sonhos. Busco esquecer o cenário e correr sobre o chão antes que ele desabe. Devo correr mais rápido em busca da segurança ou a adrenalina da provável fatalidade é boa demais? Eu desfiro socos em inimigos ou em fantasmas de uma vontade de ser feroz?
<p>Cada rasgo na garganta quando grito soa doce com a força que atinjo o céu com meus desafetos para o Criador. Seus sinais e graças silenciosas não são suficientes para mim. Não. Eu quero mais!
<p>Eu vejo ao meu redor, ouviu? Eu VEJO! Eu não fico só olhando. Eu sei onde você errou. Isso lhe deixa com raiva ou me faz um amaldiçoado?
<p>Você está vendo agora que enquanto eu escrevo essas palavras em protesto a sua apatia, o meu sorriso chega ser até cínico. Sabe por quê? Claro que sabe.
<p>Por que eu não ligo mais para isso.
<p>O sorriso é tanto desprezo quanto sarcasmo por uma idéia como essa. O mero prazer de saber o quanto eu posso fazer com essas palavras, é mais capaz do que a sua ultima grande novidade.
<p>Existência é a maior invenção depois da constatação do nada. Isso é meramente uma negativa para algo. </p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/williamdrakev.wordpress.com/37/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/williamdrakev.wordpress.com/37/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/37/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=37&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Gabriel Caldas</media:title>
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		<item>
		<title>&#8220;Ok! Agora sim chegamos ao Inferno!&#8221;</title>
		<link>http://williamdrakev.wordpress.com/2008/06/17/ok-agora-sim-chegamos-ao-inferno/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 05:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma noite. Uma saga. Uma festa nas entranhas da cidade. É de conhecimento de todos que vícios quando não são controlados podem levar uma pessoa a uma série de problemas. Todo viciado em recuperação tem como meta não cair mais em tentação e não se perder mais naquela coisa que controlava as suas vontades. Mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=36&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma noite. Uma saga. Uma festa nas entranhas da cidade.</em>
<p>É de conhecimento de todos que vícios quando não são controlados podem levar uma pessoa a uma série de problemas. Todo viciado em recuperação tem como meta não cair mais em tentação e não se perder mais naquela coisa que controlava as suas vontades.
<p>Mas quando esse vicio é algo bom? Que faz você se sentir vivo. Ele não vale a pena?
<p>Essa teoria foi colocada a prova nesse final de semana, quando o meu vicio por festas atingiu um ponto critico, o que levou eu e a minha amiga parceira de blog, Isabela em uma saga pelas ruas da cidade em suas horas mais desertas.
<p>Como toda grande história moderna, essa começa na internet.
<p>Pouco mais das 21:30 da noite descubro que a festa que esperava acontecer no sábado da semana seguinte, na verdade aconteceria dentro de 3 horas. Morando de uma distância absurda do local, só restava procurar a ajuda dos amigos. Poucos estavam on line para responder. Sem ter como ir ou muito menos como voltar para casa, busco todos os recursos possíveis. Minha maquina de distorção de espaço-tempo ainda não está completa, então teletransporte estava fora de cogitação. O tempo passava e cada vez mais ficava difícil. O corpo já pedia pela sua dose. Um sábado à noite em casa é uma noite muito longa. Até que as 22:10 Isabela entra no MSN, e começo a falar dos efeitos colaterais da falta de uma dose. Do outro lado da janela do MSN Isabela joga uma luz. Um modo de voltar da festa.
<p>Logo o céu se abre e começamos o plano para a noite. Chegar no local. Só há um modo. Ir de ônibus. Uma empreitada muito arriscada pelo horário e a provável falta de transporte nas ruas. Mas era um risco a se correr. Começo a me arrumar para a festa, óculos escuro no bolso, (em caso de ter que dormir em algum lugar e ter que voltar de dia para casa), dinheiro, documentos, celular, cigarro, isqueiro e logo estou pronto. Isabela chega e vamos para a parada mais próxima. A noite avança e as 23:30 não havia sinal de ônibus em lugar algum na rua. Sem muitas esperanças surge uma Kombi velha com o destino limitado há 1/4 do caminho. “Será?” Isabela me pergunta. “Não temos muita escolha. Vamos nessa.”
<p><a href="http://williamdrakev.files.wordpress.com/2008/06/1-mapa-da-festa-copy.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" height="549" alt="1 Mapa da festa copy" src="http://williamdrakev.files.wordpress.com/2008/06/1-mapa-da-festa-copy-thumb.jpg?w=618&#038;h=549" width="618" border="0"></a>
<p>&nbsp;
<p>Só para provar, essa é a distância de onde estavamos e onde era a festa.
<p>Dois lugares no fundo e lotado de pessoas aleatórias dos mais estranhos lugares. 20 Km por hora para que o carro não se desmanche no caminho e então chegamos no ponto de descer. Outro momento de tensão. Paramos longe da outra parada de ônibus. Andar na frente de um shopping fechado e cercado de camelôs que dormem sobre suas barracas para não serem roubados não é uma experiência que transmite segurança. Mas sem saída, andamos em busca do segundo meio para chegar à festa.
<p>Um minuto para a meia noite. Respondo a pergunta de Isabela. Começo a duvidar se essa idéia era boa. “Como voltar para casa agora?”. Então um tiro no escuro resolve iluminar o horizonte. Um ônibus que não demonstrava ter ligação nenhuma com nossa história se mostra uma ferramenta do destino daquela noite. Felizes com o resultado, comemoramos a vitória só para saber que o inferno era o destino.
<p>Como uma transição dimensional, o túnel nos levou para um local diferente. Carros estavam parados e o barulho era insuportável. O coletivo que estava atrás de nós se mostrou incapaz de seguir pelo nosso caminho, e perigosamente recuou da entrada do túnel para tomar outro rumo. O que poderia ter assustado o motorista de tal forma? E como um oráculo rogando avisos de cuidado para os viajantes, uma mulher ao nosso lado avisa. “Uma festa a frente cheia de bêbados está atrapalhando o transito. Vamos ficar aqui por um bom tempo”.
<p>A profecia se cumpriu, mas desejávamos que fosse diferente. Lentamente chegamos ao local onde havia uma reunião de almas perdidas. Todas vestindo vestes amarelas. Mulheres horrendas, homens desfigurados e andando como zumbis. Uma micareta! A escória da cadeia social cercava nosso ônibus e o batia com suas mãos no vidro assustando todos no interior. Olhando para Isabela era certo, havíamos morrido em uma explosão na Kombi velha. O ônibus era só um transporte pelos portões do inferno, e havíamos chegado ao primeiro circulo, onde todos os nossos mais horrendos medos cercavam o nosso horizonte. E como bestas do inferno, os demônios se beijavam e trocavam fluidos na rua, um antro de blasfêmia e depravação que assustava a todos nós. Porém o destino ainda não havia se cumprido. O motorista havia feito um voto de honra em levar os passageiros ao seu destino, e era isso que ele faria! Esbravejando com as bestas, ele levava a passos pequenos o monstro de metal em diante para longe das criaturas que nos cercavam. E o sinal no horizonte mostrava a luz verde, ele joga o ônibus em cima das bestas, que assustadas correm. Ele acelera e passamos do bloqueio. A vitoria foi plena, mas muito tempo se perdeu. E logo o motorista apaga as luzes e segue em uma velocidade absurda para compensar o atraso. Aos trancos e sustos avançamos pelas ruas como um raio. Curvas tortuosas nos jogam para os lados e buracos nos levam ao céu. “Se não estamos mais no inferno, pelo menos vamos chegar lá bem rápido”, digo rindo para Isabela que como eu sorri nervoso. Beirando a loucura o motorista se mostra mais do que eficiente e cumpre a sua promessa. Deixa-nos mais próximo do nosso destino. Só resta agora atravessar algumas ruas desertas, passando da meia noite, em direção a festa.
<p>Durante o caminho, acendo um cigarro e pergunto para um vigia de museu como chegar ao local. Estranhando a situação, ele nos dá as coordenadas e seguimos a pé pela noite em um cenário cheio de vida durante o dia, mas que agora lembrava um vale de sombras onde o som de pássaros, chegam a parecer um revoar de predadores com asas. Em algum tempo, achamos as luzes da praça e a igreja sendo reconstruída. Provavelmente estávamos vivos. Mais adiante acima de uma porta de uma casa velha, o nome do destino se mostrava para nós. A jornada havia chegado ao seu ponto de convergência.
<p>Incrédulos, olhamos para o relógio. 00:48, estávamos finalmente lá.
<p>Passamos pela portaria, descemos escadas, subimos outras, e logo a música mostra a sua origem.
<p>Como em um sonho com rostos familiares, encontramos amigos que não esperávamos ver ali. Todos comemoram com sorrisos e braços abertos a nossa chegada no local.
<p>Então dançamos e vimos que todo o martírio valeu à pena. O local era rústico, a iluminação sem muitos detalhes, o que dava uma idéia de ser tudo uma continuidade de uma viagem insólita em outra dimensão. Lindas garotas surgindo de um lado, homens de máscara e pinturas na cara do outro. Logo algumas das garotas beijavam outras garotas e essa cena bela se perdia ao ver dois homens se beijando. Uma constante que levou há um jogo que durou a noite inteira, chegando ao final de 5X2 para os beijos lésbicos, o que pra mim foi uma perfeita vitória e um agrado para a noite que ainda tinha mais surpresas.
<p>Surgindo da mesa do DJ, um dos mascarados da noite pega um megafone e anuncia que o palco principal estava aberto agora. E que todos podiam ir para lá.
<p>Como uma armadilha tramada por um demônio, todos foram levados ao palco principal, que se encontrava em um andar abaixo de um lance de escadas, cercado por saídas laterais que ficavam acima do palco. Em outras palavras, um buraco. Inadvertidos no início, todos nós dançamos ao som de músicas pulsantes. Mash ups, batidas conhecidas. Elevando a temperatura de forma considerável. Até que o Muse soa em uma batida eletrônica cantando “Supermassive Black Hole”, Era um sinal. O fogo queimava ao nosso redor. Cada pessoa era uma chama, e logo falamos um para o outro, “Agora sim! Nós chegamos ao Inferno!”
<p>Se uma vez no Inferno, procure fazer parte do ambiente e faça amizades. Logo continuamos a dançar, beber, fumar em busca de agradar ao dono do estabelecimento. Conheço Lúcifer e o seu senso de humor, e acredito que ele gostou da festa assim como nós. Brincamos como crianças com uma bola jogando uns nos outros, depois pulamos gritando “Never do what they told ya”, balançando a cabeça e gritando na rebeldia alegórica ao sons de guitarra e bateria eletrônica. A vida escorria com o suor por toda a pista. E assim foi por um bom tempo, até que resolvemos parar. A noite estava cansativa, então fomos mais uma vez para a parte alta da festa.
<p>Mais calma que o buraco, mas nem por isso menos viva. A música era relaxante e boa. Perfeita para acalmar as pernas e fumar um cigarro olhando algumas garotas na pista. Em meio às conversas com os amigos, figuras estranhas aparecem como sendo os fatores caóticos. Em meio a algumas músicas bizarras, Isabela foi abordada junto com um amigo por um “figura” com uma série de perguntas um tanto quanto estranhas, que levaram a questão:<br />-“Eu queria saber se rolava da gente fazer um mix. Então resolvi perguntar para não parecer desrespeitoso”
<p>Ao ouvir a história assim que ela havia terminado, me juntei aos risos dos dois sobre o absurdo do momento. Inevitavelmente a festa ainda mantinha momentos estranhos como esse em sua história.
<p>A noite chegava aos seus momentos finais, e cansados pedimos ajuda superior para poder nos levar para casa. Nos despedimos dos amigos que ainda se encontravam no local. Era hora de voltar para o mundo real. E com a carruagem de Nossa Senhora de Fátima, (ou o carro da mãe da Isabela), pegamos uma carona de volta para nossas casas. Agradeço a Isabela, a parceira no crime de uma noite que valeu cada uma das excentricidades para ter essa história de vida para contar.
<p>De volta em casa, a noite que passou pelos mais distantes pontos das possibilidades, foi mais uma prova que alguns vícios são para a vida toda. E nem todos eles matam. Andar pelo Inferno e voltar é só uma aventura para se ter a sensação de estar vivo.
<p>Seja no extremo que for, se for boa, naquela festa vou estar.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/williamdrakev.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/williamdrakev.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/williamdrakev.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/williamdrakev.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/williamdrakev.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/williamdrakev.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/williamdrakev.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/williamdrakev.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/williamdrakev.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/williamdrakev.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/williamdrakev.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/williamdrakev.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/williamdrakev.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/williamdrakev.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/williamdrakev.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/williamdrakev.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=36&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lutando contra a necessidade de levantar e tomar o caf&#233;.</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 06:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Caldas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Sons começam a fazer sentido na forma que os meus ouvidos percebem algo lá fora. Nesse instante os olhos voltam ao contexto. Pressiono as pálpebras. É, agora eu acordei. Abro os olhos como se estivesse carregando toneladas, lentamente a luz do lado de fora não trás tanta agonia como sempre. O dia está cinza lá [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=williamdrakev.wordpress.com&amp;blog=981911&amp;post=33&amp;subd=williamdrakev&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sons começam a fazer sentido na forma que os meus ouvidos percebem algo lá fora. Nesse instante os olhos voltam ao contexto. Pressiono as pálpebras. É, agora eu acordei.
<p>Abro os olhos como se estivesse carregando toneladas, lentamente a luz do lado de fora não trás tanta agonia como sempre. O dia está cinza lá fora. Assim as paredes do meu quarto não refletem a luz do vilão metido a estrela que brilha lá fora. Ao tentar mudar a cabeça de sua original situação, sinto o peso. Ainda esta ali. Correndo agora por todos os cantos. O álcool da noite seguinte se mantém firme em mim.
<p>Memórias de horas atrás na festa vem a minha cabeça. Como um flashback do LOST, tudo aparece fora de ordem e sem muita cronologia.
<p>Vejo as conversas com os amigos antes de entrar na festa. Todas aquelas pessoas na frente e suas translúcidas trivialidades estampadas em modos, roupas e atitudes. Transpirando desejos de uma noite para serem vistos.
<p>Olho ao redor e converso com os meus amigos. Todas as piadas internas de uma noite cheia de momentos divertidos em comentários e histórias para contar regadas as cervejas e cigarros que queimam pela noite na minha mão.
<p>Então pisco pelo brisa fria que chega ao meu corpo. Contorcendo os braços, destilo um resido de sono que estava perdido entre algumas costelas, e o efeito me joga de volta para o sonho que foi interrompido pela realidade do acordar. Lá estava eu fugindo de uma invasão de outro planeta. As ruas estavam vazias, eram dez horas da noite e o supermercado estava deserto. Corria pelas prateleiras procurando coisas que me ajudariam a sobreviver ao impossível. Tudo estava ruindo. Que propósito o biscoito de chocolate vai ter amanhã quando não existe mais uma realidade normal lá fora? O que há lá fora?
<p>Novamente a sensação de estar em outro lugar me atinge. Não me sinto correndo, estou deitado?
<p>Espera, isso é o sonho de novo? Ignoro a realidade e me deixo por aqui mais um tempo? Provavelmente ainda não é 1 hora.
<p>A luz atinge destruindo todas as imagens que corriam pelos meus olhos no supermercado assim que abro os olhos. O quarto ainda está meio escuro. Não tenho coragem para estender a mão e ver que horas são no celular. Estico os braços em busca do tremor no corpo que faz os músculos se estirarem ao ponto de jogar alguma endorfina no sangue. Sem muita resposta. A vontade de levantar perde de forma vergonhosa para os macios fios do lençol que se amarrou em mim.
<p>Talvez essa seja a hora de levantar. Estou perdido no tempo sem saber se é cedo ou tarde para encarar a realidade de uma dia, em que tudo que eu quero é continuar sonhando com algo que não é conhecido. A frustração de saber que é domingo e nada vai acontecer a não ser a série que acompanho chega ao seu ultimo episódio. Cravo os dedos no tecido do lençol em busca da cama. Forço o corpo a se levantar e lentamente o álcool se solta e volta a minha cabeça. Sentado na cama eu sinto a tontura de que algo ainda sobrou da noite passada.
<p>A garota de fora da cidade que você conheceu lá. Como os cachos do cabelo dela lembravam em alguma associação sem razão alguma, a cidade de onde ela vinha. Ao se despedir, propositalmente mirando a boca, fingi um acidente para conseguir sentir os lábios dela. Que em seguida sorriram de vergonha.
<p>De volta ao agora, eu acho graça do momento. Não sei como me levo a fazer tais coisas, elas simplesmente tomam conta do momento. Como a próxima palavra surge na frente da anterior para continuar uma história. Eu estico as pernas em direção a cozinha, acordar não acontece até o momento de tomar o café.
<p>Rezo para não ser tarde demais e que ainda tenha um pouco na cafeteira. Os passos me lembram que ainda estou com álcool o suficiente para ser no mínimo digno de nota a necessidade de se andar em linha reta. O café desce a caneca e logo o calor na boca trás a mensagem que isso é real e acordado é a próxima parada da consciência.
<p>A festa começa a se fixar na memória, a garota entra na lista de “mulheres que me tomaram a atenção por uma noite”, e o sonho se aplica na categoria “O fim do mundo, e agora? O que eu faço? Sobrevivência em uma noite”.</p>
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